Sobre nós
A UPD
É grata a satisfação ao saber que nossa luta despertou seu interesse , a UPD é um movimento composto exclusivamente por Pedevistas e demitidos do Banco do Brasil. Com estrutura e dedicação integral para nossa causa a UPD está buscando o resgate dos direitos que foram negados pelo BB e pela Previ.
A UPD não é simplesmente uma associação. Somos uma UNIÃO de pessoas, dirigentes, associados, amigos, trabalhando na busca de direitos, daqueles que um dia traçaram com seu trabalho e dedicação os destinos do Brasil, mas infelizmente não foram reconhecidos.
Nossa Missão
A UPD trabalha constantemente para reconquistar os direitos do ex-funcionários do Banco do Brasil vitimados por Programas de Demissões Voluntárias e exonerados sem cumprimento de preceitos constitucionais. Nossa missão é unir todos por um bem comum. Nossas ações buscam: os valores de nossas Aposentadorias que ficaram com a Previ, Plano de saúde da Cassi na condição “ex funci” e ainda combater as injustas execuções da Carim contra nossos participantes.
Nossos Valores
Valorizamos a honestidade, seriedade e trabalho incessante, nos moldes que aprendemos dentro do próprio Banco do Brasil. Para que isto aconteça:
Montamos uma equipe de funcionários capacitada e confiável.
Nos cercamos de assistência jurídica nacionalmente reconhecida.
Procuramos a comunicação direta e constante com nossos associados.
O bem comum está acima de tudo.
Nossa História
A fundação da UPD aconteceu em 28.04.2011, fruto da união de ex-funcionários do BB, que desde 2007 debatiam, todos os assuntos relacionados aos nossos direitos feridos na época dos PDVs, PAQ e as inevitáveis demissões daqueles que não aceitaram as imposições do Banco do Brasil. Também é grande o número de colegas, que pressionados de todas as formas, acabaram tomando a decisão, para alguns acertada, mas para outros precipitada, de pedir demissão como forma de acabar o tormento. Batemos em muitas portas, que nunca se abriram, mas uma delas, composta por lideranças ligadas a Direitos Sociais e Humanos, nos recebeu muito bem e orientou no sentido “se vocês querem conseguir alguma coisa, então se reúnam em associação”. Assim fizemos e a UPD nasceu em Porto Alegre.
O primeiro passo já tinha sido dado em 2008, antes da fundação, quando ainda apenas um grupo, conseguimos apoio parlamentar e iniciamos o árduo caminho dos Projetos e Lei de Reintegração ao BB, adiante explicado. O início foi difícil, afinal não é fácil reunir pessoas sob uma determinada liderança, mas em pouco tempo tudo estava resolvido e pudemos começar a trabalhar.
Histórico dos Funcionários do BB
Até 1947
O Começo de tudo
Até 1947 os funcionários do BB não possuíam sistema de previdência, que lhes permitisse uma aposentadoria com ganhos equivalentes aos dos funcionários da ativa, já que o instituto de previdência da classe pagava valores muito baixos, comprometendo o padrão de vida dos pretendentes a aposentadoria. Apenas uma caixa de pecúlios fundada em 1904 pelo BB assegurava às viúvas dos funcionários a manutenção do ganho do associado falecido. Sendo assim o funcionalismo do BB tomava por norma trabalhar até morrer, opção que deixava a família devidamente amparada. O Banco do Brasil, como empresa, enfrentava em todas as suas dependências as conseqüências de manter um quadro de pessoal com idade tão elevada. Para resolver o problema em 1947 o BB passou a incentivar as aposentadorias por tempo de serviço, assumindo para si o ônus dessas aposentadorias, garantindo a igualdade de ganhos entre aposentados e ativos.
1967
Fundação da PREVI
A fundação da Previ em 1967 deu-se por conta do grande número de aposentados à época, gerando um custo que o caixa do BB já não suportava e pretendia transferir para o novo fundo criado esta responsabilidade, desde que aposentados e funcionários da ativa empossados até a data da fundação da Previ aderissem ao novo sistema. Não aconteceu como previsto, a adesão não foi a esperada, porquanto não havia segurança no novo sistema e tendo a garantia do compromisso assumido pelo BB, avalizado pelo Tesouro Nacional, aposentados e funcionários preferiram se manter no sistema antigo. Assim a Previ iniciou suas atividades com o capital encampado da antiga caixa de pecúlios e com as contribuições dos funcionários admitidos a partir da sua fundação, tendo o Banco do Brasil o compromisso de contribuir com o dobro desses valores.
1970
Mais de 100.000 Funcionários
A década de 70 ficou marcada pela expansão da atividade agrícola, com significativo avanço das fronteiras agricultáveis, destacando o norte paranaense, região Centro-Oeste e o estado de Rondônia, onde a inauguração de novas agências do BB aumentou significativamente o quadro de funcionários, conseqüentemente a arrecadação da Previ, que logo atingiu a marca de 100.000 associados.
1978
Governo General Ernesto Geisel
Tendo tal patrimônio aumentado de forma tão espantosa, o então Presidente da República General Ernesto Geisel, editou em 20.01.78 o Decreto 81.240/78, que regulamentava a Lei 6435/77, que fora criada para reger os fundos de pensão das estatais. O referido decreto foi publicado no Diário Oficial da União em 24.01.78 e posteriormente retificado por nova publicação em 16.06.78, deixando assim estabelecidas as normas para todas as entidades de previdência privada fechadas, nos conhecidos “fundos de pensão das estatais”. Estabeleceu-se então um paradoxo, pois enquanto a Previ acumulava um patrimônio tão significativo, o Banco do Brasil sofria cada vez mais com o ônus do pagamento das aposentadorias do grupo que ficou conhecido como “Pré/67”, que a cada dia se aposentavam em maior número.
1990
Início dos anos 90
No início da década de 90 o Banco do Brasil começou a acumular prejuízos, tendo a folha de pagamento apontada como uma das principais causas, pois a compromisso com o Grupo Pré/67 havia crescido tanto, que se equiparava ao gasto dos mais de 100.000 funcionários da instituição. Não havendo alternativa, o Governo Federal foi chamado ao compromisso de ressarcir o BB, já que avalizara a operação lá em 1967, mas o então Ministro da Fazenda do Governo Itamar Franco, Dr. Fernando Henrique Cardoso, não autorizou o aporte necessário deixando o BB em situação desesperadora.
1995
O governos FHC.
Em 1995, o agora Presidente da República, Dr. Fernando Henrique Cardoso, para fugir do compromisso de sanear a instituição com recursos públicos e ao mesmo tempo preparar o Banco do Brasil para a privatização, alinhando-se de vez com a tendência neoliberal, que traria para o Brasil a simpatia das grandes economias, resolveu lançar mão de um artifício até então desconhecido dentro do BB, que em seus quase 200 anos de história pregava que os funcionários eram seu maior patrimônio e iniciou um período obscuro demitindo mais de 40.000 trabalhadores.
Nossa Equipe

Ary Taunay Filho
Presidente

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Administrativo e Comunicações
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